Bicho... Estou estupefato!!!
Estava essa semana vendo o programa do Caco Barcelos, que falava de encontros e reencontros entre pais e filhos.
Eu sou filho de pais separados. Mas eu nem conseguia pensar nisso. Na verdade eu nem me lembrava desse fato até a Raquel tocar no assunto. Isso já é significativo.
Eu via os filhos crescidos, com 30 anos, e seus pais e mães (mais mães do que pais), chorando de tristeza, e de alegria, no reencontro, e ficava sentindo forte que não queria que meu filho sofresse nem um pingo, um arranhão, uma dorzinha sequer.
Ora, todo filho sabe que isso é utopia. Todo pai sonha com isso, e sofre sabendo que é impossível. Mas não foi isso que me pegou.
Eu fiquei mesmo impactado por que sempre pensei muito sobre a paternidade, e a gente passa um tempo grande pensando nas melhores estratégias, para educar melhor, se a gente dá ou não dá castígo, como educar, sobre o que falar, como falar, e, de repente... Fico aqui querendo que ele não sofra nem um arranhão! Um paradoxo só!
Amor, sofrimento às vezes dá pra evitar, outras não...ele simplesmente acontece. O que a gente tem que ser sempre é o "Porto Seguro" do filhote, um lugar onde ele encontre os ombros mais largos e disponíveis do mundo.
ResponderExcluirVai dar tudo certo!
Amo vc!
Beijos!!!
Difícil, muito difícil isso, né?
ResponderExcluirAcho que qq pai/mãe faria tudo para evitar o sofrimento de um filho. Mas por outro lado o sofrimento, a dor, ensinam, fazem crescer. Protejo o máximo que posso.
No caso do castigo, de punir... nunca acho o equilíbrio. Acho que fui dura demais, acho que fui mole demais... Mas até a agora, o que deixa meu coração um pouco tranquilo é saber que sempre faço com muito amor!
Adorei o blog!
sabe as noites inquietas de hoje em dia porque voce não tem certeza de ter feito o melhor? elas vão acontecer com relação ao seu filho/a. a questão, pra mim, é o tipo de relação que a gente tem com os filhos: visceral, passional, de profunda entrega. aí, o questionamento sobre o melhor a ser feito é sempre muito intenso. é visceral também. educar não é um ato de paixão, é de razão. saber separar um do outro é o equilíbrio. difícil...
ResponderExcluirquando estava grávida, pensava me proteger meu filho de todas as dores, menos as de amor (inevitáveis)... nada disso deu certo. mas eu tentei