sexta-feira, 25 de junho de 2010

E começam as emoções!!

Bicho... Estou estupefato!!!


Estava essa semana vendo o programa do Caco Barcelos, que falava de encontros e reencontros entre pais e filhos.

Eu sou filho de pais separados. Mas eu nem conseguia pensar nisso. Na verdade eu nem me lembrava desse fato até a Raquel tocar no assunto. Isso já é significativo.

Eu via os filhos crescidos, com 30 anos, e seus pais e mães (mais mães do que pais), chorando de tristeza, e de alegria, no reencontro, e ficava sentindo forte que não queria que meu filho sofresse nem um pingo, um arranhão, uma dorzinha sequer.

Ora, todo filho sabe que isso é utopia. Todo pai sonha com isso, e sofre sabendo que é impossível. Mas não foi isso que me pegou.

Eu fiquei mesmo impactado por que sempre pensei muito sobre a paternidade, e a gente passa um tempo grande pensando nas melhores estratégias, para educar melhor, se a gente dá ou não dá castígo, como educar, sobre o que falar, como falar, e, de repente... Fico aqui querendo que ele não sofra nem um arranhão! Um paradoxo só!

3 comentários:

  1. Amor, sofrimento às vezes dá pra evitar, outras não...ele simplesmente acontece. O que a gente tem que ser sempre é o "Porto Seguro" do filhote, um lugar onde ele encontre os ombros mais largos e disponíveis do mundo.
    Vai dar tudo certo!

    Amo vc!
    Beijos!!!

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  2. Difícil, muito difícil isso, né?
    Acho que qq pai/mãe faria tudo para evitar o sofrimento de um filho. Mas por outro lado o sofrimento, a dor, ensinam, fazem crescer. Protejo o máximo que posso.
    No caso do castigo, de punir... nunca acho o equilíbrio. Acho que fui dura demais, acho que fui mole demais... Mas até a agora, o que deixa meu coração um pouco tranquilo é saber que sempre faço com muito amor!

    Adorei o blog!

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  3. sabe as noites inquietas de hoje em dia porque voce não tem certeza de ter feito o melhor? elas vão acontecer com relação ao seu filho/a. a questão, pra mim, é o tipo de relação que a gente tem com os filhos: visceral, passional, de profunda entrega. aí, o questionamento sobre o melhor a ser feito é sempre muito intenso. é visceral também. educar não é um ato de paixão, é de razão. saber separar um do outro é o equilíbrio. difícil...
    quando estava grávida, pensava me proteger meu filho de todas as dores, menos as de amor (inevitáveis)... nada disso deu certo. mas eu tentei

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